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Confira a Programação Completa do evento:

Programação MasterClass

A Masterclass em Saneamento 2026 apresenta quatro módulos centrais: inteligência artificial e digitalização das empresas de saneamento; reúso e segurança hídrica; PPPs e estruturação de projetos para os próximos leilões; e o novo ambiente regulatório, com foco na aplicação prática das Normas de Referência da ANA. Uma imersão voltada aos principais desafios e transformações do setor, combinando conteúdo aprofundado, experiências práticas e debates qualificados com especialistas, gestores e tomadores de decisão.

9:00 – 10:30  |  Masterclass 1
TRANSFORMAÇÃO DIGITAL, IA, AUTOMAÇÃO E DADOS NAS EMPRESAS DE SANEAMENTO

Como sair de dados fragmentados e pilotos isolados para aplicações digitais que efetivamente reduzam custos, perdas e riscos?

  • O setor de saneamento brasileiro enfrenta um cenário de pressões simultâneas que tornam a transformação digital não apenas desejável, mas imperativa para seu avanço, entre elas: (i) Metas regulatórias rigorosas do marco legal; (ii) Pressão por eficiência operacional para minimização de perdas e aceleração do processo de universalização; (iii) gestão de ativos e eficiência na implementação dos investimentos; e (iv) Escassez hídrica e resiliência climática.

  • • Apresentar aplicações práticas de IA, automação e análise de dados na operação e gestão do saneamento.
     

    • Demonstrar como a tecnologia pode reduzir perdas e custos, aumentar a produtividade e melhorar a qualidade dos serviços.
     

    • Discutir a organização, integração, qualidade e governança dos dados necessários à transformação digital.
     

    • Avaliar critérios para selecionar casos de uso, mensurar resultados e ampliar soluções além dos projetos-piloto.
     

    • Explorar aplicações em manutenção preditiva, gestão de ativos, atendimento, planejamento e fiscalização.
     

    • Debater proteção de dados, uso responsável da IA e desenvolvimento das competências profissionais.

Painelistas:
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Moderado por:
Palestrantes

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10:30 – 11:00
INTERVALO PARA CAFÉ E NETWORKING
11:00 – 12:30  |  Masterclass 2

REÚSO E ECONOMIA CIRCULAR NO SANEAMENTO: SEGURANÇA HÍDRICA, EFICIÊNCIA OPERACIONAL E GERAÇÃO DE VALOR

Como transformar o reúso de água e a economia circular em soluções tecnicamente viáveis,

regulatoriamente seguras e economicamente sustentáveis, capazes de ampliar a segurança hídrica,

reduzir custos operacionais e gerar novas receitas no saneamento?

  • O Brasil, apesar de sua relativa abundância hídrica, enfrenta cenários crescentes de escassez em regiões estratégicas, agravados pelas mudanças climáticas, pela maior frequência de eventos extremos e pela concentração populacional em áreas com limitações para ampliar a capacidade de reservação e abastecimento.
     

    Nesse contexto, o reúso de água e a economia circular tornam-se estratégias fundamentais para aumentar a segurança hídrica e a resiliência dos sistemas de saneamento, ao reduzir a dependência de fontes convencionais e transformar efluentes, lodos, biogás, nutrientes e outros subprodutos em recursos aproveitáveis. Além de contribuir para a preservação ambiental, essas soluções podem elevar a eficiência operacional, reduzir custos, diversificar receitas e criar oportunidades econômicas para prestadores de serviços, indústrias e demais usuários.

  • • Apresentar o reúso como estratégia de diversificação das fontes de abastecimento, segurança hídrica e resiliência climática.
     

    • Demonstrar como subprodutos podem ser transformados em recursos aproveitáveis.
     

    • Discutir requisitos técnicos, sanitários, ambientais e regulatórios para implantação segura dos projetos.
     

    • Avaliar modelos de negócio, mercados consumidores, contratos e mecanismos de remuneração.
     

    • Compartilhar casos e aprendizados sobre redução de custos, geração de receitas e criação de valor ambiental e econômico.

Painelistas:
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Mara Ramos
Gerente Executiva da SABESP (segurança hídrica)

Munir Abud.jpeg

Munir Abud
Presidente da CESAN

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Moderado por:
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Ana Silva Santos
Diretora Executiva e Fundadora do Instituto Reuso de Água

12:30 – 14:00
INTERVALO PARA ALMOÇO E NETWORKING
14:00 – 15:30  |  Masterclass 3

PPPs DE SANEAMENTO NA PRÁTICA: DA MODELAGEM À OPERAÇÃO, COM BANCABILIDADE, ALOCAÇÃO DE RISCOS E SEGURANÇA CONTRATUAL

Como estruturar PPPs de saneamento que sejam tecnicamente consistentes, financiáveis, atrativas ao mercado e capazes de entregar os resultados previstos durante a execução do contrato?

  • O Novo Marco Legal do Saneamento, instituído pela Lei nº 14.026/2020, ampliou a participação privada e impulsionou uma nova geração de concessões e parcerias público-privadas no setor. Embora projetos de grande porte já tenham sido estruturados e licitados, o avanço da universalização dependerá cada vez mais da viabilização de iniciativas em regiões com déficits elevados de atendimento, menor capacidade institucional e condições econômico-financeiras mais desafiadoras, especialmente no Norte e no Nordeste. Nesse contexto, a regionalização dos serviços e a formação de blocos de municípios podem contribuir para ganhos de escala, subsídios cruzados e maior atratividade dos projetos, mas também aumentam a complexidade da modelagem, da governança interfederativa, da definição tarifária e da alocação de riscos. Assim, a estruturação de novos projetos exige mais do que uma modelagem financeira consistente: demanda estudos técnicos confiáveis, contratos executáveis, garantias adequadas, metas mensuráveis, mecanismos eficientes de fiscalização e preparação para a gestão da parceria ao longo de todo o seu ciclo. O painel busca discutir, de forma prática, como transformar projetos de concessão e PPP em soluções financiáveis, atrativas ao mercado e capazes de entregar os investimentos e os resultados necessários à universalização.

  • • Discutir como estruturar projetos capazes de conciliar universalização, modicidade tarifária, atratividade ao mercado e sustentabilidade econômico-financeira.
     

    • Demonstrar como definir adequadamente o escopo dos serviços, os investimentos necessários, as metas de expansão e os padrões de qualidade ao longo do contrato.

    • Explorar boas práticas de estimativa de demanda, CAPEX, OPEX, receitas, contraprestações públicas e necessidades de subsídios ou aportes.

    • Debater os mecanismos de financiamento e garantias necessários para tornar os projetos bancáveis e reduzir riscos percebidos por investidores e financiadores.

    • Analisar a construção da matriz de riscos, incluindo riscos de demanda, obras, licenciamento, desapropriações, inadimplência, eventos climáticos, regulação e alterações legais.

    • Discutir a definição de indicadores de desempenho, mecanismos de pagamento, incentivos, penalidades e sistemas de fiscalização que assegurem a entrega dos resultados contratados.

    • Apresentar aprendizados de projetos já licitados, incluindo decisões que contribuíram para o sucesso e aspectos que geraram dificuldades durante a implantação ou a operação.

Painelistas:
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Luciene Machado
Superintendente da Área de Soluções para Cidades do BNDES

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Moderado por:
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15:30 – 16:30
INTERVALO PARA CAFÉ E NETWORKING
16:00 – 17:30  |  Masterclass 4

NORMAS DE REFERÊNCIA DA ANA: IMPLEMENTAÇÃO, MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO PARA UMA REGULAÇÃO EFETIVA

Como transformar as Normas de Referência da ANA em regras, processos e evidências efetivamente

incorporados à regulação local, capazes de melhorar a qualidade, a transparência e a fiscalização dos serviços, respeitando as diferentes realidades regionais?

  • O ambiente regulatório do saneamento brasileiro está em transformação, com a ANA exercendo papel relevante na edição de Normas de Referência destinadas a orientar e promover maior convergência das práticas adotadas pelas entidades reguladoras infranacionais. O principal desafio, entretanto, não se encerra na publicação ou na compreensão dessas normas, mas em sua efetiva incorporação aos marcos regulatórios locais, contratos, procedimentos, indicadores e rotinas de monitoramento e fiscalização. Esse processo exige articulação entre reguladores, poderes concedentes e prestadores, além de capacidade técnica, governança, dados confiáveis e critérios claros para comprovação do atendimento às exigências. A implementação consistente das Normas de Referência pode ampliar a segurança jurídica, a transparência e a comparabilidade dos serviços, fortalecer a atuação regulatória e contribuir para uma prestação mais uniforme e qualificada, sem deixar de considerar as diferentes realidades institucionais, econômicas e operacionais existentes no país.

  • • Discutir como traduzir as normas em atos regulatórios, contratos, procedimentos, indicadores e rotinas operacionais.
     

    • Identificar lacunas de governança, capacidade técnica, dados e sistemas que dificultam sua aplicação.

    • Apresentar práticas de monitoramento, produção de evidências e fiscalização do cumprimento das regras e metas estabelecidas.

    • Debater como promover maior harmonização regulatória sem desconsiderar as particularidades locais e regionais.

    • Compartilhar experiências e aprendizados que apoiem a construção de um roteiro prático de implementação.

Painelistas:
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Regislany Ribeiro
Gerente de Regulação de Resíduos Sólidos Urbanos e Drenagem Pluvial

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17:30
ENCERRAMENTO DA MASTERCLASS EM SANEAMENTO | 2026
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